Festivais e Mostras Festival de Gramado 2017 - Parte #02

O Festival de Gramado não é apenas uma vitrine para a produção cinematográfica brasileira, mas também para a de toda a América Latina. Aliás, de modo geral, a seleção de longas estrangeiros em 2017 foi ainda mais sólida que a nacional: se entre estas eu destacaria com veemência apenas Pela Janela, entre aqueles posso dizer que me apaixonei ao menos por dois títulos (Pinamar e La última tarde) e me encantei profundamente por outros dois (Los niños e Sinfonia para Ana).

Dirigido por Federico Godfrid, o argentino Pinamar acompanha dois irmãos, Pablo e Miguel (Juan Grandinetti e Agustín Pardella), que viajam para a cidade-título, um balneário onde costumavam passar férias, com o objetivo de vender o apartamento da família depois da morte da mãe. Enquanto Pablo, o mais velho, é um jovem introspectivo e pragmático, o caçula Miguel exibe uma vivacidade constante, resistindo à ideia de abrir mão de um lugar com tantas memórias. Enquanto esperam os compradores para a assinatura do contrato, os irmãos reencontram amigos de infância, incluindo a vizinha Laura (Violeta Palukas, absolutamente apaixonante). Construído a partir dos contrastes entre os dois rapazes e a trajetória emocional que percorrem nos três dias retratados pela narrativa, Pinamar é um estudo de personagens cuja força reside na observação de olhares e pequenos gestos: uma hesitação aqui, uma tímida troca de olhares ali, um leve sorriso acolá. Além disso, a dinâmica entre o trio principal leva o espectador a compreender as relações particulares entre cada um de seus integrantes e, principalmente, as mudanças na maneira como agem diante deste ou daquele. Sem entregar-se ao melodrama, o longa emociona ao levar o público a sentir a forte nostalgia experimentada pelos personagens – e que passemos a nos importar tanto com estes é atestado do brilhantismo da direção de Godfrid.

Da mesma maneira, o peruano La última tarde é uma obra que extrai intensidade de conversas aparentemente triviais ao basicamente limitar-se a acompanhar o casal formado por Ramon (Lucho Cáceres) e Laura (Katerina D’Onofrio), que, ex-companheiros de guerrilha, foram casados por três anos até que ela subitamente abandonasse o marido e a luta. Agora, quase duas décadas depois, eles se reencontram para oficializar o divórcio – e um mal-entendido com o juiz provoca um atraso que os obriga a algumas horas juntos enquanto aguardam o retorno do magistrado. Remetendo a filmes como Antes da Meia-Noite e Cópia Fiel em sua abordagem narrativa estruturada em torno da perambulação do casal principal enquanto trocam reminiscências, acusações e afetos, este trabalho de Joel Calero depende pesadamente das performances de Cáceres e D’Onofrio, sendo recompensado pela aposta: o primeiro vive Ramon como um homem melancólico e racional que sabe não ser produtivo discutir mágoas antigas, mas não consegue transformar esta compreensão em ação, ao passo que a segunda transforma Laura numa mulher que, mesmo sentindo-se culpada pelo que fez, não deixa de ver-se justificada pela futilidade da luta que deixou e o temperamento do homem que abandonou – e o resultado é que o espectador aos poucos se descobre dividido entre suas simpatias e recriminações, tornando a experiência complexa e instigante.

Infelizmente, nada disso se aplica ao uruguaio El sereno, escrito e dirigido por Oscar Estévez e Joaquín Mauad: planejado como um thriller com elementos sobrenaturais, o filme gira em torno de Fernando (Gastón Pauls), que é contratado para trabalhar como vigia noturno de um imenso depósito que ocupa uma construção enorme e que parece ter sido ocupada antes de completamente finalizada. Ouvindo sons estranhos já a partir da primeira noite, o sujeito é atraído pelo choro de uma mulher, descobrindo Ana (Cecilia Caballero) encolhida em uma área cheia de entulhos. Ou será que a moça não passa de uma visão? Contando ainda com o sempre excelente César Troncoso em seu elenco, El sereno até consegue criar sequências realmente tensas e inquietantes – e o plano em um corredor que traz dezenas de braços estendendo-se através de barras é fantástico -, mas sua trama é terrivelmente óbvia, permitindo que o público perceba a essência do “mistério” desde a primeira conversa entre Fernando e Ana. Aliás, chega a ser notável que o roteiro consiga ser tão óbvio e tão confuso ao mesmo tempo, demonstrando imensa dificuldade em amarrar as pontas que o espectador já havia resolvido há tempos – e, com isso, o filme se torna não apenas tolo, mas também aborrecido.

Igualmente desapontador é o colombiano X500, co-produção da Colômbia, do México e do Canadá. Roteirizado e dirigido por Juan Andrés Arango, o longa se divide em três linhas narrativas, acompanhando María, uma adolescente filipina que vai morar com a avó no Canadá; Alex, um jovem colombiano que é deportado dos Estados Unidos e volta ao seu país para encontrá-lo dominado por uma gangue violenta; e David, rapaz mexicano que se muda para a capital e tenta evitar os esforços do primo para envolvê-lo com a quadrilha local, tornando-se próximo, em vez disso, de um grupo de punks e descobrindo a própria homossexualidade. Se a proposta do filme é clara – estabelecer paralelos entre jovens humildes em três países latinos em sua busca por aceitação enquanto enfrentam a pobreza e as “tentações” da criminalidade -, a execução é atrapalhada e irregular, saltando de um personagem a outro de forma desajeitada e falhando em estabelecer uma conexão temática que fuja do evidente. Com isso, em vez de uma subtrama enriquecer a outra como discussão ou símbolo, elas simplesmente se repetem, frisando o que já foi mais do que compreendido pela plateia. Para piorar, as resoluções das três histórias são covardes em maior ou menor grau, recusando-se a lidar com as consequências lógicas dos atos que o espectador havia testemunhado e, com isso, eliminando de vez sua relevância como possível reflexão.

Comparem a dificuldade de X500 de ligar suas subtrama à eficiência com que Sinfonia para Ana o faz – e entre aspectos bem mais díspares. Ambientado na Argentina pré-golpe de 1976, o roteiro do casal de codiretores Virna Molina e Ernesto Ardito reconta passagens reais ocorridas no tradicionalíssimo Colégio Nacional de Buenos Aires, que, voltado para alunos com boas condições financeiras, viu vários de seus alunos se unirem à luta contra o autoritarismo, passando a ser supervisionado de perto pelos militares e perdendo vários de seus jovens para os ditadores, que sequestravam, torturavam e matavam qualquer um que se opusesse ao regime. Uma destas jovens é Ana (Isadora Ardito, filha dos cineastas), que, aos 15 anos, se equilibra entre as preocupações com os estudos, o perigo das ações revolucionárias e a ansiedade provocada pelo primeiro amor e pelo surgimento do desejo sexual. Apaixonada por Lito (Rocio Palacín), que pertence a outro grupo de combate, a garota não consegue ficar à vontade para transar com o namorado, sentindo-se tão pressionada por este quanto pelos militares – e, sim, aí encontra-se a força do filme, que compreende como, para alguém da idade da protagonista, questões como o sexo e o amor são tão ou mais importantes do que causas políticas. Assim, os diretores vão desenvolvendo a narrativa a partir destes dois aspectos, conferindo peso muitas vezes a acontecimentos que talvez os espectadores mais velhos preferissem deixar de lado – e ainda que esta opção possa gerar frustração, é também a mais acertada por se manter coerente com a percepção da garota. Por outro lado, o longa carrega a mão na trilha excessiva (também composta pelos diretores!) e se estende um pouco mais do que o ideal, passando a se repetir a partir de certo momento. O que não se sobrepõe às suas muitas virtudes.

Mas o mais doce entre os longas estrangeiros certamente é Los niños, coproduzido por Chile, Colômbia, França e Holanda. Dirigido com imensa sensibilidade por Maite Alberdi, o filme é um docudrama que, como indicado pelo termo, combina elementos de documentário com outros de uma narrativa ficcional, usando seus atores e atrizes como intérpretes de si mesmos. Centrado em uma escola voltada para crianças e adultos com Síndrome de Down, o filme tem como foco Ana María Rodríguez, que, já se aproximando dos 50 anos, deseja ser independente e se casar com o namorado Ricardo Urzúa. Este desejo por conduzir a própria vida, por sinal, é forte e recorrente entre todos os demais “personagens” – cada um enfrentando seus próprios dilemas e, claro, intensidades diferentes dos sinais provocados pela síndrome. Determinada a mergulhar o espectador no universo daquelas pessoas, aliás, Alberdi toma uma decisão brilhante como diretora, colocando na tela apenas os rostos dos atores (ou “atores”) com a síndrome e mantendo os demais ou fora de campo ou fora de foco. Com isso, aos poucos nos tornamos tão próximos daqueles homens e mulheres que não podemos deixar de notar e admirar não apenas seus temperamentos gentis, mas a perseverança com que conduzem suas vidas, absorvendo também a frustração que experimentam diante da negativa do mundo em reconhecer que são, afinal de contas, adultos.

Para encerrar o festival, assisti a mais dois longas brasileiros que fizeram parte da competição: o primeiro, Vergel, é uma co-produção com a Argentina escrita e dirigida por Kris Niklison e que traz Camila Morgado como uma mulher cujo marido morre em um acidente durante as férias que passavam em Buenos Aires e, retida pela burocracia para liberar o corpo para enterrá-lo no Brasil, permanece no apartamento que haviam alugado na cidade. Neste sentido, Niklison cria um filme de câmara, já que jamais deixa aquele espaço, o que, combinado com as paredes pintadas em tons fortes e opressivos, provoca uma sensação intensa de claustrofobia no espectador. Esta atmosfera opressiva começa a se suavizar com a presença cada vez maior da vizinha interpretada pela argentina Maricel Álvarez, com quem a protagonista desenvolve uma relação sexual motivada tanto por desejo quanto por depressão – uma relação que a cineasta roda de maneira vigorosa que consegue ser gráfica sem revelar tanto quanto podemos supor no momento (o melhor exemplo disso é uma passagem na qual a personagem de Morgado se masturba e que é rodada através de um enquadramento que depende do corte preciso entre o campo e o fora de campo para funcionar). Aliás, as performances de Morgado e Álvarez são de entrega absoluta, desenvolvendo uma excelente química e evocando, para o público, a complexidade psicológica e emocional daquelas mulheres e do vínculo que criam uma com a outra. Embora se estenda um pouco mais do que o necessário, reforçando sentimentos e ideias que já haviam se tornado claros há muito tempo, Vergel é um filme forte e desgastante – e isto é, acreditem, um elogio.

Elogios que são inexistentes no que diz respeito a Bio, de Carlos Gerbase. Construído como um mockumentary sobre a vida de um homem que viveu 111 anos e era fascinado pelo estudo do comportamento dos bugios (um gênero de macaco) e pela possibilidade de vida em uma das luas de Saturno, Encélado, o filme tem exatamente um aspecto interessante: o fato de as entrevistas serem conduzidas não em um presente que reflete sobre tempos passados, mas nos períodos em que cada passagem abordada ocorre. Assim, ouvimos os pais do tal cientista/professor um pouco depois de seu nascimento, acompanhamos os relatos de algumas crianças que foram (estão sendo/acabaram de ser) suas colegas de infância, conhecemos a prostituta com a qual ele perdeu a virgindade há pouco e assim por diante. Lamentavelmente, a “explicação” sobre como a realização destas entrevistas foi possível no universo do longa é decepcionante, eliminando também a possibilidade de que o projeto fosse um pouco mais inventivo ao menos em sua fotografia, que poderia, por exemplo, ir se alterando de acordo com cada período abordado (a direção de arte tampouco esconde o baixo orçamento – mesmo sendo vista de forma limitada graças aos quadros mais fechados). Mas Bio fracassa também em um ponto crucial: para que um mockumentary convença de sua “realidade”, é fundamental que acreditemos nos personagens – e boa parte do elenco do projeto soa exatamente como se recitasse diálogos artificiais. Há, aqui e ali, intérpretes que realmente fazem um ótimo trabalho (como Branca Messina, Gabriela Poester, Thainá Gallo, Luiza Ollé, Felipe Kannenberg, Zé Victor Castiel e mais três ou quatro nomes), mas estes são em número reduzidíssimo quando consideramos o total de participações. Além disso, há um anacronismo na postura de Gerbase em sua forma de lidar com o corpo feminino: em 2017, chega a ser inacreditável que um realizador não faça qualquer esforço para disfarçar a mais pura objetificação de suas atrizes – e Bio explora de maneira óbvia, sem qualquer justificativa narrativa, a nudez destas. (Não sou um espectador particularmente moralista e nem imune à beleza feminina, mas ver na tela uma exposição tão gratuita do corpo daquelas mulheres é algo que provoca constrangimento, não admiração.) Há, aliás, um exemplo especialmente repugnante (sim, a palavra é essa): depois de narrar em detalhes o estupro sofrido por uma jovem e como isto compreensivelmente a traumatizou, o diretor imediatamente a retrata em pose sensual, nua, sobre uma cama, tratando-a como um pedaço atraente de carne logo depois de “lamentar” que ela houvesse sido violentada – e é sintomático que Gerbase não tenha se dado conta da contradição. Para encerrar, há o fato de que a vida do tal cientista é simplesmente desinteressante, já que os elementos mais notáveis de sua existência foram sua incapacidade de mentir e, claro, o fato de não escrever um livro (no universo do longa, viver mais de um século não é proeza alguma). E o pior: cada passagem abordada pelo roteiro traz looooongos e aborrecidos relatos que soam repetitivos e – de novo – irrelevantes na maior parte do tempo, envolvendo ainda personagens completamente descartáveis. Sem dúvida alguma, o pior título exibido este ano em Gramado.

O que torna os dois troféus conferidos a ele pelo júri oficial algo que beira o ofensivo – um deles (juro!) justificado como reconhecimento ao fato de Gerbase ter dirigido 39 atores e atrizes, no primeiro exemplo de prêmio não de Melhor, mas de Mais Direção (ao que parece, não importa a irregularidade do elenco). Do mesmo modo, era praticamente inevitável que ele vencesse o prêmio do público, já que ao menos metade da plateia era composta por integrantes da equipe, amigos e familiares.

Aliás, o júri oficial conseguiu chegar a resultados piores, comparativamente falando, do que aqueles que levaram o júri de Cannes em 2016 a ser o primeiro da história do evento a ganhar vaias da imprensa durante a coletiva: além dos dois troféus dados a Bio, ainda entregaram um prêmio “especial” a Paulo Betti e Eliane Giardini por sua “contribuição à arte dramática no teatro, televisão e cinema brasileiros” – uma homenagem que deveria ter sido descrita como “eles passaram a semana inteira em Gramado, foram extremamente simpáticos com todos e mereciam subir no palco”. E que fique claro: eu gostei muito de A Fera na Selva (como deixei claro na primeira parte desta cobertura), mas não posso concordar com um troféu que, conferido claramente por simpatia, acaba por deslegitimar um pouco os demais. Como se não bastasse, o júri oficial ignorou completamente o maravilhoso Pela Janela – e basta conferir a repercussão negativa dos resultados deste ano em vários veículos para constatar o desastre representado por estas decisões.

Felizmente, o júri da crítica foi bem mais coerente. Em outras palavras: a curadoria do Festival de Gramado e o júri da crítica fizeram suas partes, ao passo que o júri oficial quase comprometeu totalmente o evento.

Dito isso, vamos à lista de premiados:

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS
Melhor Filme: “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky
Melhor Direção: Laís Bodanzky, por “Como Nossos Pais”
Melhor Atriz: Maria Ribeiro, por “Como Nossos Pais”
Melhor Ator: Paulo Vilhena, por “Como Nossos Pais”
Melhor Atriz Coadjuvante: Clarisse Abujamra, por “Como Nossos Pais”
Melhor Ator Coadjuvante: Marco Ricca, por “As Duas Irenes”
Melhor Roteiro: Fábio Meira, por “As Duas Irenes”
Melhor Fotografia: Fabrício Tadeu, por “O Matador”
Melhor Montagem: Rodrigo Menecucci, por “Como Nossos Pais”
Melhor Trilha Musical: Ed Côrtes, por “O Matador”
Melhor Direção de Arte: Fernanda Carlucci, por “As Duas Irenes”
Melhor Desenho de Som: Augusto Stern e Fernando Efron, por “Bio”
Melhor Filme - Júri Popular: “Bio”, de Carlos Gerbase
Melhor Filme - Júri da Crítica: “As Duas Irenes”, de Fabio Meira
Prêmio Especial do Júri: Carlos Gerbase, pela direção dos 39 atores e atrizes em “Bio”
Prêmio Especial do Júri – Troféu Cidade de Gramado: Paulo Betti e Eliane Giardini, pela contribuição à arte dramática no teatro, televisão e cinema brasileiros

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS
Melhor Filme: “Sinfonia Para Ana”, de Virna Molina e Ernesto Ardito
Melhor Direção: Federico Godfrid, por “Pinamar”
Melhor Atriz: Katerina D’Onofrio, por “La Ultima Tarde”
Melhor Ator: Juan Grandinetti e Agustín Pardella, por “Pinamar”
Melhor Roteiro: Joel Calero, por “La Ultima Tarde”
Melhor Fotografia: Fernando Molina, por “Sinfonia Para Ana”
Melhor Filme - Júri Popular: “Mirando al Cielo”, de Guzman García
Melhor Filme - Júri da Crítica: “Pinamar”, de Federico Godfrid
Prêmio Especial do Júri: “Los Niños”, de Maite Alberdi

CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS
Melhor Filme: “A Gis”, de Thiago Carvalhaes
Melhor Direção: Calí dos Anjos, por “Tailor”
Melhor Atriz: Sofia Brandão, por “O Espírito do Bosque”
Melhor Ator: Nando Cunha, por “Telentrega”
Melhor Roteiro: Carolina Markowicz, por “Postergados”
Melhor Fotografia: Pedro Rocha, por “Telentrega”
Melhor Montagem: Beatriz Pomar, por “A Gis”
Melhor Trilha Musical: Dênio de Paula, por “O Violeiro Fantasma”
Melhor Direção de Arte: Wesley Rodrigues, por “O Violeiro Fantasma”
Melhor Desenho de Som: Fernando Henna e Daniel Turini, por “Caminho dos Gigantes”
Melhor Filme - Júri Popular: “A Gis”, de Thiago Carvalhaes
Melhor Filme - Júri da Crítica: “O Quebra-Cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro
Prêmio Canada 150 de Jovens Cineastas: Calí dos Anjos (“Tailor”)
Prêmio Canal Brasil de Curtas: “O Quebra-Cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro
Prêmio Especial do Júri: “Cabelo Bom”, de Swahili Vidal e Claudia Alves

Um grande abraço e bons filmes!

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Pablo Villaça Colunista

Pablo Villaça, 18 de setembro de 1974, é um crítico cinematográfico brasileiro. É editor do site Cinema em Cena, que criou em 1997, o mais antigo site de cinema no Brasil. Trabalha analisando filmes desde 1994 e colaborou em periódicos nacionais como MovieStar, Sci-Fi News, Sci-Fi Cinema, Replicante e SET. Também é professor de Linguagem e Crítica Cinematográficas.